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quindins velhos
by noyz©
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Segunda-feira, Agosto 30, 2004
Puta que me pariu, eu me achava esperto...
Saí pra comer outra puta (a terceira desde que me separei).
Parei o carro e veio uma loirinha que era absolutamente fantástica.
Tinha pouca grana, quando sai, pensava em pagar pra que meu pau fosse chupado e tal.
Mas a mina era demais, trinta reais o programa, disse a vadia. Entra!
Cheguei no Drive'in e ela, tira a roupa, gato.
Tirei, meu pau tava que nem um trilho.
Ela começou a chupar, desci a mão na bundinha dela, fui descendo em busca da gruta...
Puta que me pariu, que buceta inchada, pensei ao primeiro toque.
Procurei o buraco e não achei. Eu tava, na real, era alisando umas bolas.
Sara {esse era o nome del(e)(a)}, tu é traveco?
Sô! Sô sim, gatinho!
Otário, pagou 30 contos pra comer um cú de macho!
Mas como já tinha pago, atolei o pau na merda!
Foda-se! UM CÚ É UM CÚ!
E viva o orgasmo!
Foi Luck [o esperto, aquele que conhece os mistérios], ainda em flashback,
Mandando ver em 10/08, 23:30
Bueno, agora acabaram-se os flashs, e não comerei mais putas, ao menos, as pagas!
postado por quindim#neurótico 8:52 PM
Sexta-feira, Agosto 27, 2004
### Conclusões sobre o horário político: o Onyx Lorenzoni é a cara do Nerso da Capitinga...
Sinval olha para o dedo e examina o bandaid, sujo de três dias, e resmunga ao vento: ¿Merda de vida, não tenho tempo de ir na farmácia comprar outro curativo.¿ ¿ O corte no dedo foi causado por pura imprudência, tinha pressa para concluir o serviço que executava.
Sinval continua olhando para o bandaid sujo e resmunga ao céu: ¿Essa merda tá tão suja quanto a minha roupa.¿ ¿ Também não tinha tempo para lavar a roupa. E isso que ele havia ganhado uma máquina de lavar roupas, mas ainda não tinha tido tempo para busca-la. Um bom exemplo de antagonismo: ganhar uma coisa (o que é muito difícil de acontecer ultimamente) e não ter tempo de recebe-la (o que é muito fácil de acontecer ultimamente).
Sinval enche o saco de olhar para o bandaid sujo e resolve acabar, por ali mesmo, com sua visita à patente do banheiro. Mas ao limpar o rabo, notou as estalactites de bosta incrustadas no cú, e resmunga ao tempo: ¿Me falta tempo até pra cagar direito.¿ E joga, irritado, o papel sujo de merda concentrada, afinal, há dias ele não cagava. Faltava tempo.
: Meu tempo passa
: É como Hai Kai: começa
: E já acaba
Assim escreveu Roberval Piriri, rapidinho, que é pra dar tempo.
postado por quindim#neurótico 9:01 PM
Ahahahahaha, enfim estou livre, Sou eu LUCK, em maiúsculo mesmo.
O fudidão, o outro lado do otário do Luciano.
Acabou a frescura!
Bati uma bela de uma punheta e...
Sai pra comer uma puta hoje.
Peguei uma puta com rosto de boneca. Linda realmente.
Daquelas que tu diz, ei meu chapa, chuparia a buceta dela e tal...
São vinte reais, normal. Trinta com anal, disse a vadia.
Pago trinta, eu disse, afinal, um cú é um cú!
Gente fina, a guria.
Na real, não senti meu pau entrar na buceta dela. Mas ele entrava.
Vezenquando ele entrava, vezenquando ele saia (malditos cliches: cola:tô dentro, tô fora...)
Tranqüilo, ela gemia.
Era magra a menina, devia ter emagrecido uns vinte quilos, tantas eram as peles sobrando, sem falar no charque da barriga, não comi a barriga;
Não liguei, tava ligado mesmo era nos buracos. CÚ e ORIFÍCIO DA CONCEPÇÃO, o resto eu deixo praquelesqueamamasartes, euamoosburacospenetráveisfemininos.
Após o coito ela disse que eu era demais, por trinta contos em 15 minutos, nada mais justo.
Voltei à Sapucaia.
Comprei duas garrafas de vinho.
Bebi uma e sai pra procurar um beck.
Não se fuma por aqui, eu acho.
Chequei num inferninho e a puta me disse, eu meu chapa se tu arrumar um prá nós, te dou de graça.
Não arrumei nada, comprei um x e voltei, neste momento tô derrubando a segunda garrafa de vinho, solitário, sem poder postar( 31/07 23:39 h), não tenho ainda a maldita linha telefônica!
PORTANTO ISSO É UM FLASHBACK,
POR MIL BUCETAS, COMO DIZ O CAMARADA...
Ps.: Eu tinha tomado algumas doses a mais, quando comentei no campo comentários, abaixo.
É a solidão, meus chapas!!!
Foi Luck, duma nova casa, dum novo telefone, duma... que se foda!
postado por quindim#neurótico 12:01 AM
Quarta-feira, Agosto 25, 2004
Guerreeeeeirus venham brincar!
Ainda ontem durante um fumacê, o pit disse que viu o Cid Guerreiro num programa de tv, entrando de lado no palco com aqueles pulinhos do pelô cantando ilari-lari-Ê ô-ô-ô. Isso é no mínimo ilariante, ou uma questão de horar seu sobrenome acima de tudo.
E então é eis que surge a dúvida: E o que mais agora senhor? Qual é a próxima hein? brincadeira tem hora! A propósito, acho bom o pessoal saber que estamos colocando algumas psicografias aqui no quindim. O post anônimo logo abaixo traduz essa ansiedade.
fly
postado por quindim#neurótico 10:40 AM
Domingo, Agosto 22, 2004
"Molinos (e não foi ele, sem duvida, o primeiro a utilizar-se dessa
classificação) distinguia três graus de silêncio - o silêncio da boca, o
silêncio da mente e o silêncio da vontade. Abstermo-nos das tagarelices
ociosas é difícil; aquietarmos o cacarejar da memória e da imaginação é mais
difícil ainda; mas o mais difícil de tudo é calar as vozes do desejo e da
aversão no seio da vontade.
"O século XX, entre outras coisas, é o Século do Ruído. O ruído físico, o
ruído mental e o ruído do desejo - batemos o recorde da historia em tudo o
que lhe diz respeito. E não é muito de admirar; pois todos os recursos da
nossa tecnologia quase milagrosa foram lançados no ataque atual ao silêncio.
A mais popular e influente de todas as invenções recentes, o radio, nada
mais é do um conduto no meio do qual uma algazarra pre-fabricada flui pra
dentro de nossa casa. E essa algazarra, naturalmente, vai muito alem dos
nossos tímpanos. Penetra-nos a mente, enchendo-a de um babel de distrações -
noticias do dia, fragmentos mutuamente irrelevantes de informações, rajadas
de musica coribânica ou sentimental, doses continuamente repetidas de dramas
que não trazem catarse, mas limitam-se a criar um anseio de enemas emotivos
cotidianos e até horários. E onde, como na maioria dos países, as estações
transmissoras se sustentam vendendo tempo aos anunciantes, o ruído é
carregado dos ouvidos, através dos reinos da fantasia, do conhecimento e do
sentimento, para o núcleo central de anseio e desejo do ego. Falado ou
impresso, transmitido pelo éter ou pela poupa de madeira, todo texto
publicitário tem apenas um propósito - impedir a vontade de chegar algum dia
ao silencio. A ausência do silêncio é a condição da libertação e da
iluminação. A condição de um sistema em expansão e tecnologicamente
progressivo de produção em massa é o desejo universal. A publicidade é o
esforço organizado para estender e intensificar o desejo - isto é, para
estender e intensificar as operações dessa força que é (como sempre
ensinaram todos os santos e mestres das religiões mais elevadas) a causa
principal do sofrimento e das más ações e o maior obstáculo que se ergue
entre a alma humana e seu Fundamento divino."
HUXLEY, Aldous - A Filosofia Perene; Cap. XV - O Silêncio
postado por quindim#neurótico 3:03 PM
### Foda, mas foda mesmo, é ir em festa de caralho fantasiado de cú...
¿Uma boa cerveja faz até um gato sorrir¿, era o que estava escrito na propaganda de uma tal Cervejaria Braumeister, de São Paulo. E ao lado da frase bisonha estava a imagem bisonha de um gato murrinha, com a boca arregalada, numa indigna conotação de sorriso. O que cerveja tem a ver com gato? E o que o gato entende de cerveja para sorrir e atestar sua qualidade?
Não sei, afinal, nunca bebi essa cerveja pra saber se ela é boa o suficiente para fazer um gato sorrir. Além do mais, não gosto de gatos, e portanto pouco me importa se ele gostou ou não da tal da cerveja.
Mas essa cerveja deve ser boa, pois, pra mim, qualquer bebida é boa. Até a que ainda não foi bebida. Até a que me espera no Buteco do Bigode, em casa ou em São Paulo. Afinal, se ela me espera, então merece um pouco de consideração. É coisa de gambá respeitador.
Bem que eu queria provar essa tal de Brau-sorriso-de-gato, mas ela está muito longe. Assim como muitas outras que eu nunca ouvi falar. Mas sei que elas existem, estão por aí, são centenas, milhares, uma constelação de estrelas-cervejas espalhadas pela Terra. Todas me esperando. E eu ainda nem comecei a construir a minha Trago-nave pra viajar e conhece-las. Ou conhece-las e viajar.
: Uma mesa baixa
: E uma garrafa cheia
: Eu fico em alta.
Assim escreveu Roberval Piriri, que aguarda a chegada do verão pra deixar o vinho de lado e retomar à cerveja.
postado por quindim#neurótico 1:09 PM
Terça-feira, Agosto 17, 2004
BRINQUEDO DE FURAR MOLETON é 765 automática.
Bem legal esse taxitramas.
postado por quindim#neurótico 11:11 AM
Quarta-feira, Agosto 11, 2004
### Política é como violino, toma com a esquerda, mas toca com a direita (coisa de PFLista).
E como tudo na vida tem a primeira vez, pela primeira vez eu conheci um Ogro de Botas. Ele repete bordões conhecidos, ciclica e ininterruptamente, de quinze em quinze minutos, como aquele ¿que dureza¿, imitando a antiga e muito agradável propaganda daquele que desce macio e reanima, ou o dispensável ¿há controvérsias¿, de um desses programas humorísticos antigos. Ele tenta fazer graça com essa merda, mas ninguém ri disso, ninguém agüenta mais ouvir essa bosta que ele diz. E como ele é muito imbecil, continua tentando parecer esperto e divertido.
O Ogro de Botas Imbecil pisa no calcanhar de quem anda na sua frente, e depois pede desculpas. E depois das desculpas pisa novamente no calcanhar da vítima. Sem querer, claro. Um Grande Ogro Imbecil já é pesado, mas quando ele usa botas, puta que o pariu, o seu pedido de desculpas não serve para porra nenhuma, já que a dor provocada permanece pelo resto do dia no calcanhar alheio.
O Grande Ogro de Botas Imbecil e Pesado é feliz, apesar de fazer com que todos a sua volta fiquem infelizes.
: O meu reflexo
: Neste espalho quebredo
: Já não tem nexo
Assim escreveu Roberval Piriri, que resume em poucas palavras: ¿Enchi o meu saco!¿
postado por quindim#neurótico 8:09 PM
Quinta-feira, Agosto 05, 2004
### The book is on the table. The nose is on the book...
Era um caminho espiral, e facilmente se ficava tonto nele. Quando se olhava para o lado dava para ver um buraco. De repente, do buraco saiu uma mão. A mão me abanou. A mão se escondeu. A mão voltou coberta com uma luva. A mão apontou para mim. A mão me chamou. A mão voltou para o buraco. Eu fui ver o buraco de perto. O buraco era uma manga de casaco. Do meu casaco. Minha mão.
: O dedo estrala
: Quando puxo a ponta
: Amarelada.
Assim escreveu Roberval Piriri, perguntando: peido no vácuo não se escuta? E se cheira?
postado por quindim#neurótico 8:17 PM
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